Get movie widget Recommend it Add to Favorites

Dolores Del Rio, Esther Fernández, Jose Elias Moreno, Carlos Navarro, Julio Villareal ... see more see more... , Sonia Braga , José Wilker , Mauro Mendonça , Dinorah Brillanti , Nelson Xavier , Arthur Costa Filho , Rui Resende , Mario Gusmao

Director Alejandro Galindo directs the legendary Delores Del Rio in a classic drama from the Golden Age of Mexican cinema that portrays political change in Mexico through the microcosm of one family s... read more read more...truggling with tradition in a time of change. Liberal farmer Pepe has arrived in Santa Fe to visit his aunt, Dona Perfecta. While he's there, Pepe is eager to teach the traditional-minded townspeople a new way of living. Unfortunately for Pepe the people of Santa Fe aren't eager to embrace change, and when the citizens begin to voice resentment Pepe is forced to seek refuge with his sympathetic aunt. Dona Perfecta is just as traditional as any of the other townspeople though, and only suffers Pepe due to the fact that he is family. When Pepe and his cousin Rosario fall deeply in love, the situation quickly comes to a head. ~ Jason Buchanan, Rovi

Flixster Users

63% liked it

296 ratings

R, 1 hr. 55 min.

Directed by: Bruno Barreto

Release Date: November 22, 1976

Invite friends to see

DVD Release Date: May 31, 2005

Stats: 24 reviews

Photos


None yet... Got one?

Your Rating



clear rating

Flixster Reviews (24)


  • fb1341085175
    October 4, 2011
    fb1341085175
    Baseado na obra literária de Jorge Amado, Dona Flor e Seus Dois Maridos de Bruno Barreto é certamente a obra mais popular do cinema brasileiro até a retomada dos anos 90. Lançado em 1976, o filme atraiu aos cinemas nacionais mais de 12 milhões de espectadores (ainda o filme nacio... read morenal mais assistido), tendo ainda uma vida posterior de sucesso nos cinemas internacionais (o filme fez de Sônia Braga uma estrela nos Estados Unidos). Talvez uma das principais chaves desse sucesso seja que Barreto soube ir ao encontro de um público ainda oprimido pela ditadura militar, necessitado de ver cores e sensualidade na tela, mesmo que a atual realidade fosse totalmente adversa. Ao contrário de filmes de cineastas como Glauber Rocha e Ruy Guerra, Dona Flor não exige maiores esforços intelectuais para ser apreciado. Era basicamente o filme que o público queria ver: uma obra descompromissada cuja maior função é o entretenimento, e ainda acompanhada de sensuais cenas de uma Sônia Braga em sua melhor forma.

    O filme tem início no carnaval de 1943, onde Vadinho (José Wilker), um incorrigível mulherengo e apostador, morre repentinamente, deixando para trás Flor (Sônia Braga), sua desconsolada mulher. Apesar das escapadas diárias de Vadinho e das freqüentes discussões, Flor era uma esposa dedicada e apaixonada, sendo que o casal tinha uma vida feliz na cama. Sozinha, ela acaba se envolvendo e logo depois se casando com Teodoro Madureira (Mauro Mendonça), o farmacêutico da cidade. Flor encontra no novo companheiro o marido fiel que nunca encontrou em Vadinho, e passa a ter uma vida estável e aparentemente feliz, mas da qual ela logo se cansa. Flor sente mesmo falta é do prazer carnal e do relacionamento imprevisto que tinha com o antigo marido e, de tanto chamá-lo em pensamento, Vadinho um dia aparece nu em sua cama, sendo que apenas Flor pode vê-lo. A moça se sente então dividida entre os dois homens, não querendo trair aquele que lhe dá tanto amor e não querendo resistir ao que lhe dá prazer.

    Como o enredo do filme já pode deixar claro, Dona Flor e Seus Dois Maridos é o que podemos chamar de um exemplo do cinema escapismo, não devendo ser necessariamente avaliado pela sua profundidade ou pela significância de sua história. É um filme produzido simplesmente com o intuito de divertir seu público, e este é um papel que a obra exerce bem. Dona Flor é protagonizado pela figura do adorável vagabundo, um sujeito que, apesar de seu caráter duvidoso e do como destrata a heroína, consegue ganhar a simpatia do espectador com seu infame "jeitinho brasileiro" de levar a vida. Flor, a personagem mais complexa da história, representa a boa moça que é recatada por fora, mas que arde em chamas por dentro. Ela quer a estabilidade de uma vida conjugal, mas também não consegue abrir mão dos prazeres da vida carnal. Flor precisa dos dois maridos para a completarem e, assim, satisfaz os dois pólos opostos de sua personalidade. As ótimas atuações contribuem imensamente com a caracterização dos personagens, com o trio de protagonistas sendo o maior destaque (e ao contrário de alguns dos filmes que faria depois, aqui Sônia Braga pode mostrar que seu trabalho não se resumia apenas a mostrar seu belo corpo).

    O diretor Bruno Barreto mostra seu talento para contar histórias ao optar por escolhas narrativas que fogem do que poderia se tornar banal nas mãos de outro diretor. A morte de Vadinho, por exemplo, é mostrada logo no início do filme, e sua relação com Flor é vista através de um flashback. Criando uma expectativa crescente em relação ao personagem, antes da apresentação de Vadinho escutamos as divergentes opiniões em relação a ele das pessoas que o cercavam (em um início que lembra o prólogo de Lawrence da Arábia de David Lean). O filme apresenta uma de suas maiores falhas no terceiro ato quando, após algumas cenas com o ritmo mais lento, parece querer apressar a história para chegar logo a sua conclusão, o que acaba prejudicando o maior fio narrativo da obra (a relação de Flor e o fantasma). Vale notar que, apesar da fama adquirida por Dona Flor e Seus Dois Maridos por suas provocantes cenas de sexo, Barreto consegue equilibrar bem a linha entre a comédia e a pornochanchada, sabiamente escolhendo dar maior destaque ao humor do que ao sexo, contrariando a política do cinema brasileiro da época.

    Uma polêmica que cercou o filme entre os cineastas da época foi seu elevado orçamento 5,5 milhões de cruzeiros, cerca de dez vezes mais que o orçamento padrão para um filme brasileiro da época. Enquanto muitos produtores não conseguiam a verba necessária para a produção de seus filmes, Bruno Barreto conseguiu do Estado o financiamento para fazer um filme milionário, algo que não foi bem aceito entre outros diretores brasileiros. O público, no entanto, certamente parece não ter se importado.
  • May 15, 2011
    Ã"timo filme, um grande roteiro e uma boa direção

Critic Reviews


Elliott Stein
April 22, 2004
Elliott Stein, Village Voice

It's a slight work, slackly directed, that gets a needed boost from Braga's endearing performance and Chico Buarque's intoxicating score. Full Review

March 26, 2009
Variety

Click to read the article Full Review

Janet Maslin
May 9, 2005
Janet Maslin, New York Times

Click to read the article Full Review

Dave Kehr
April 24, 2004
Dave Kehr, Chicago Reader

Click to read the article Full Review

Jake Euker
March 9, 2006
Jake Euker, F5 (Wichita, KS)

No review available.

Cole Smithey
October 10, 2005
Cole Smithey, ColeSmithey.com

No review available.

Emanuel Levy
June 30, 2005
Emanuel Levy, EmanuelLevy.Com

No review available.

February 11, 2006
Time Out

Click to read the article Full Review

Critic ratings and reviews powered by RottenTomatoes.com

Fresh (60% or more critics rated the movie positively)

Rotten (59% or fewer critics rated the movie positively)

More Like This


This list looks lonely.
Add a suggestion!

Facts


No facts approved yet. Be the first

Dona Flor e Seus ... : Watch Free on TV


Dona Flor e Seus Dois Maridos (Dona Flor and Her Two Husbands) Trivia

Movie Quizzes


No quizzes for Dona Flor e Seus Dois Maridos (Dona Flor and Her Two Husbands). Want to create one?

Video Clips


No video clips yet. Want to upload one?

Recent News


No recent headlines. Got one?

Recent Lists


Most Popular Skin


No skins yet. Interested in creating one?